Sexta-feira, 22.12.17

Para mim

Trabalho num local onde, subitamente, ter opinião e personalidade se confundiu com mau feitio.

Como se verbalizar o que se pensa, trabalhar no que se acredita, ter empatia com a equipa e ser educado e compreensivo fosse ofensivo. Fraco. Mau.

É cada vez mais difícil. Para mim. Não para eles.

publicado por Marina Ricardo às 19:27 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Segunda-feira, 18.12.17

Tive aumento de salário - e devia sentir-me envergonhada por isso

Tive aumento de salário.

Tive uma reunião para me comunicarem que tinha sido aumentada.

Sou mediana. Sou má chefe. E tive uma avaliação má – avaliação essa que não tive acesso, avaliação essa que foi feita por a minha anterior avaliação (em meados de Janeiro, de Muito Bom) ser inválida (ninguém me explica o grau de invalidez da mesma).

Comunicaram-me que tinha aumento, da mesma forma que me comunicariam que tenho uma doença qualquer. Insatisfeitos, contrariados. Como se devesse ter vergonha por isso.

E, eu, exausta disto tudo, ri-me. Porque sou péssima. E porque trabalho mais de sessenta horas semanais. E porque me ligam no mínimo oito vezes depois de sair da loja, e nas folgas. Por ser culpada de tudo. Por estar sempre em stress, por estar sempre a discutir. Por estar sempre a ser descredibilizada.

Rio-me de frustração, gozo e cansaço. Rio-me de mim. Por não saber desistir.

Tive um aumento de três dígitos. E, pelos vistos tenho que me sentir envergonhada por isso. Porque sou péssima.

publicado por Marina Ricardo às 16:27 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 07.12.17

exausta

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Até quando vou aguentar este trabalho que me mata, me consome, me tira o sono e me adormeçe os sonhos?

publicado por Marina Ricardo às 21:17 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Domingo, 03.12.17

Paz

A minha paz é uma faixa de céu. Uma tira mais ou menos larga, mais ou menos extensa. Ora de ar disperso, ora de ar condensado.

A minha paz é como a minha alma: fugidia, volátil. Confusa. Crescida e criança.

Perco a minha paz conforme o vento sopra e a alma se me dói. Perco a minha paz conforme me perco a mim: amiúde.

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publicado por Marina Ricardo às 23:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sábado, 02.12.17

#Survivor

Sobrevivi ao primeiro jantar de Natal. Exausta, entupida, ranhosa e febril. Sobrevivi aos convites para danças em grupo, aos karaokes, e aos colegas que levam isto das bebidas natalícias muito à seria.

Depois disto, devo estar (mais ou menos) pronta para tudo. 

publicado por Marina Ricardo às 22:27 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Segunda-feira, 04.09.17

15 anos de "original American Idon".

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Há 15 anos a Kelly ganhava o American Idol. Que seriam das minhas alegrias e depressões se não fosse este dia? :)

publicado por Marina Ricardo às 22:17 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Terça-feira, 29.08.17

cansaço

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publicado por Marina Ricardo às 22:20 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 03.08.17

Desespero é:

Queria mentir. Dizer que não sou uma daquelas pessoas que ainda a contar os dias para ficar de férias.

Mas, cá estou eu a contar os dias.

Minto, hoje, desde as 5:30 que, para além dos dias, também contei as horas….

publicado por Marina Ricardo às 22:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Quarta-feira, 02.08.17

Ah, o cheirinho a férias...

 

publicado por Marina Ricardo às 19:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Sábado, 22.07.17

patética e conscientemente

Nunca andei tão enervada na vida. Sempre em ponto de ebulição. Sempre com dores de cabeça. Sempre com o corpo tenso e dorido.

Sempre de mãos tremolas e sonos atribulados. Suores. Frios e quentes. A praguejar. Sempre com vontade de gritar. E fugir.

Nunca me senti tão frustrada, tão mergulhada em revolta como hoje. E como amanha. E no dia que se lhe segue.

Sinto-me mais sozinha do que nunca. A falhar mais do que nunca. A perder mas do que nunca. Mais capaz e mais incapaz do que nunca.

Ando sempre a olhar por cima do ombro. De arma em punho.

Perdida. Acho que nunca me senti tão patética e conscientemente perdida.

publicado por Marina Ricardo às 20:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos

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