Segunda-feira, 21.08.17

Despedida das férias...

Termino hoje as férias. Regresso quarta-feira ao trabalho (amanhã estoude folga...).

Sinto-me tão eu como há muito não me sentia. Acordada. Focada. Feliz. Genuinamente feliz.

Sem estar exausta, ou a morrer de sono.

Sei que quando chegar à loja vou ter um choque qualquer de realidade e vou voltar a vestir a pele de guerreira que tenho enverado há meses. Porque sei que vou precisar dela. Porque a Marina leve que hoje vos escreve não é dura o suficiente.

Sei que esta aura de paz que criei é ténue como um nevoeiro e que pode desaparecer em breve. Mas, valeu a pena mergulhar e mergulhar dela 10 doces dias.

Pedi o medo de ler. Tenho tentado escrever. Tenho feito flores de papel. Enviado postais.

Voltei a lugares onde sou sempre feliz, voltei ao exercício. Equilibrei-me.

Tenho sido a Marina que sou, em vez da Marina que criei.

Foram umas valentes férias de mim, com regresso a mim mesma. É uma pena terem que acabar…

publicado por Marina Ricardo às 23:57 | link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 03.08.17

Desespero é:

Queria mentir. Dizer que não sou uma daquelas pessoas que ainda a contar os dias para ficar de férias.

Mas, cá estou eu a contar os dias.

Minto, hoje, desde as 5:30 que, para além dos dias, também contei as horas….

publicado por Marina Ricardo às 22:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Sábado, 22.07.17

patética e conscientemente

Nunca andei tão enervada na vida. Sempre em ponto de ebulição. Sempre com dores de cabeça. Sempre com o corpo tenso e dorido.

Sempre de mãos tremolas e sonos atribulados. Suores. Frios e quentes. A praguejar. Sempre com vontade de gritar. E fugir.

Nunca me senti tão frustrada, tão mergulhada em revolta como hoje. E como amanha. E no dia que se lhe segue.

Sinto-me mais sozinha do que nunca. A falhar mais do que nunca. A perder mas do que nunca. Mais capaz e mais incapaz do que nunca.

Ando sempre a olhar por cima do ombro. De arma em punho.

Perdida. Acho que nunca me senti tão patética e conscientemente perdida.

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Terça-feira, 04.07.17

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Quarta-feira, 31.05.17

lord voldemort contra-ataca

Desespero é: ter férias marcadas desde Dezembro, marcar uma viagem, e uns dias antes sermos "convidados" a desistir das mesmas, sob várias referências de processo disciplinar.

(Pensando bem no assunto, desespero não é bem o que sinto.)

 

publicado por Marina Ricardo às 21:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 11.05.17

Ponto da situação

Toda eu sou olheiras, sono, nódoas negras e kizombas/funk a ecoar na cabeça vazia.

 

publicado por Marina Ricardo às 19:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Segunda-feira, 08.05.17

É isto

Inicio hoje uma semana de trabalho noturno. Cinco dias (vá, cinco noites), das 21h às 6h. 

Começo exausta. E com tanto, mas tanto trabalho para fazer...

Não sei como vou conseguir. Mas, vou...

publicado por Marina Ricardo às 22:32 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Terça-feira, 25.04.17

Aquele 25 de Abril...

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Terça-feira, 04.04.17

De volta ao trabalho

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publicado por Marina Ricardo às 20:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sexta-feira, 31.03.17

nada

Sou intransigente na minha vida pessoal. Sou exigente nas relações. Sou de poucas chances. Sou de cortes radicais.

Sou diferente no trabalho. Tenho mais paciência. Tento ser mais calma mais ponderada. Costumam dizer-me que sou boazinha. Não sou. Tendem a confundir distribuição de tarefas, divisão de responsabilidades como brechas. Não percebem que não preciso de ser mal-educada para mandar. Par saber mandar. E, que, pedir, também pode ser mandar, porque se exige a seguir.

Já estive do lado de lá. Sei que como não gostava de ser tratada.

O meu gerente novo acusa-me de defender demais as pessoas.

Numa das minhas crises de “levantar de tampa” em que me reúno com todos e gasto o meu latim mais incisivo já anunciei que, um dia, perco a humanidade e passo a ser como os outros.

Nunca quis amigos no trabalho. Mas, não vejo o propósito de ser causadora de guerras. Nem sempre sou cordial, mas ninguém me pode acusar de ser injusta.

Já perguntei, várias vezes, se os 100% que lhes devoto não são dignos dos 50% de cada um deles.

Não paro de me desiludir com os seres humanos. Não paro. A maldade. A sede de poder. A vontade de esmagar o outro. De o atingir, mesmo quando ele já está no chão. A mentira. O difamar. O apunhalar pelas costas.

O meu pai costuma dizer que um dia vou deixar de querer levar murros na cara. E tem razão. Também me pede para não mudar. E continua a ter razão.

Um dia destes, pediram-me para nunca deixar o trabalho me endurecer. Me turvar a visão. Me roubar os sonhos. O amor dos olhos.

Tenho visto e sentido na pele tanta maldade que esta luta entre quem sou e o que querem fazer de mim não é fácil de travar. Nada fácil.

publicado por Marina Ricardo às 23:50 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)

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