Quinta-feira, 22.06.17

please

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publicado por Marina Ricardo às 20:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sexta-feira, 26.05.17

Anda não falei sobre isto

Nem sei se vou falar. #sósentir 

publicado por Marina Ricardo às 23:37 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Terça-feira, 23.05.17

Viva o jornalismo, viva! Viva os Faits divers, viva!

Um cabrão qualquer explodiu-se em Manchester. Matou dezenas de crianças e jovens. Destruiu parcialmente a carreira de uma cantora e dizimou famílias.

E, estes merdas só falam do caraças da roupa da filha do Luís Borges e do Eduardi Beauté.

Mereço.

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publicado por Marina Ricardo às 00:07 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Segunda-feira, 08.05.17

É isto

Inicio hoje uma semana de trabalho noturno. Cinco dias (vá, cinco noites), das 21h às 6h. 

Começo exausta. E com tanto, mas tanto trabalho para fazer...

Não sei como vou conseguir. Mas, vou...

publicado por Marina Ricardo às 22:32 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sexta-feira, 05.05.17

Maria Só

Escrevi a Maria Só num inverno frio. Achei-a Maria Capaz.

Andei todos os dias à procura no site. Todos os dias.

O texto foi publicado e não o vi. Hoje, como tantos outros dias, lembrei-me dele. 

Publicado há meses.... Estou exausta.... Tão cansada....

 

Escrever sempre será a minha grande paixão.

Há muito que não me deixo ler. Aqui.

publicado por Marina Ricardo às 22:47 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Domingo, 09.04.17

...

Sinto-me vazia. Cheia de cansaço e de preocupação. Sem conseguir descansar e escrever.

É como se as palavras me tivessem sido roubadas, ou se, subitamente, tivesse ficado com muito pouco pra dizer.

Sinto que estou a deixar a vida me sugar a vontade, as letras e os sonhos. E, embora, na maior parte do tempo me sinta demasiado cansada para a culpar, tenho sempre energia suficiente para me culpar a mim.

publicado por Marina Ricardo às 17:50 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Domingo, 02.04.17

Crise

Estou com uma crise de meia-idade aos 25.

Sinto-me estupidamente sem rumo, a lutar por causas em que não acredito. A ir para não sei onde, sem motivação alguma. À deriva.

Sinto-me sozinha. Sozinha a lutar contra todos, nunca causa só e vaga que desconheço.

Estive uma semana de férias. Mas, sinto-me exausta. O corpo descansou. Mas as ideias continuam entorpecidas, confusas. Dispersas.

Tenho as energias todas centralizadas para um trabalho que me rouba a maior parte do tempo e me suga a energia.

Quanto mais me afasto mais me quero afastar. Quanto mais me tento esquecer, mais me lembro. Quanto mais tempo superar, mais me consumo.

Estou com uma crise de meia-idade aos 25 e ainda estou para descobrir como vou sair dela.

publicado por Marina Ricardo às 23:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Sexta-feira, 31.03.17

nada

Sou intransigente na minha vida pessoal. Sou exigente nas relações. Sou de poucas chances. Sou de cortes radicais.

Sou diferente no trabalho. Tenho mais paciência. Tento ser mais calma mais ponderada. Costumam dizer-me que sou boazinha. Não sou. Tendem a confundir distribuição de tarefas, divisão de responsabilidades como brechas. Não percebem que não preciso de ser mal-educada para mandar. Par saber mandar. E, que, pedir, também pode ser mandar, porque se exige a seguir.

Já estive do lado de lá. Sei que como não gostava de ser tratada.

O meu gerente novo acusa-me de defender demais as pessoas.

Numa das minhas crises de “levantar de tampa” em que me reúno com todos e gasto o meu latim mais incisivo já anunciei que, um dia, perco a humanidade e passo a ser como os outros.

Nunca quis amigos no trabalho. Mas, não vejo o propósito de ser causadora de guerras. Nem sempre sou cordial, mas ninguém me pode acusar de ser injusta.

Já perguntei, várias vezes, se os 100% que lhes devoto não são dignos dos 50% de cada um deles.

Não paro de me desiludir com os seres humanos. Não paro. A maldade. A sede de poder. A vontade de esmagar o outro. De o atingir, mesmo quando ele já está no chão. A mentira. O difamar. O apunhalar pelas costas.

O meu pai costuma dizer que um dia vou deixar de querer levar murros na cara. E tem razão. Também me pede para não mudar. E continua a ter razão.

Um dia destes, pediram-me para nunca deixar o trabalho me endurecer. Me turvar a visão. Me roubar os sonhos. O amor dos olhos.

Tenho visto e sentido na pele tanta maldade que esta luta entre quem sou e o que querem fazer de mim não é fácil de travar. Nada fácil.

publicado por Marina Ricardo às 23:50 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Segunda-feira, 27.03.17

Cheguei de rastos, mas cheguei!

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publicado por Marina Ricardo às 15:07 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 23.03.17

linha

Há uma linha ténue entre a traição e o sermos traídos. Entre o haver traição, e nos sentirmos traídos.

Acho que, em quase tudo, no amor e nas relações há linhas ténues. Ou talvez, sejam os meus amores demasiado pequenos, com demasiados telhados de vidro.

Ou, talvez, seja sempre eu que ame demais, que espera demais e que desespere sempre.

Ninguém me traiu. Não de facto. Não de forma consumada. Mas, há alturas em que me sinto assim: traída sentada nessa linha ténue entre o ser e o sentir.

publicado por Marina Ricardo às 23:40 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos

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