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Do Que Não Se Diz #7

por Marina Ricardo, em 25.08.12

Às vezes gostava de ter um blog mais arrumadinho. Assim mais como alguns dos vossos, onde, inevitavelmente, se vê a vossa organização mental e escrita, onde as coisas estão divididas por temas – e aqueles blogs temáticos, hum?

Gostava de ter um blog recheado de textos bons – não apenas bonitinhos e pseudo-amorosos.

Mas, não posso negar a minha essência. Já mais do que uma vez o disse (e repito), é através da escrita que temos o caminho mais direto para a alma. Ora, posso eludir-vos de muitas formas, mas não quando se trata da minha escrita. Tenho de publicar coisas parvas, crónicas cheias de duplo significado e piadas sem graças (para chato já basta a vida), tenho de vos dar a ler pedaços de histórias, recantos de memórias e cheirinhos de mim- porque, no fundo, isto aqui, sou eu, em forma escrita.

Sou como me lêm. Desarrumada, com muito texto e com igual quantidade de imagem.

Tenho de dizer: admiro-vos por cá porem as vistas todos os dias, lerem as minhas depressões, alegrias e ideias falhadas (já para não falar na comidas, nos anéis e nas mochilas que devem irritar muitos filhos de boas famílias), por comentarem e me apoiarem sem reversas.

Vocês – mais longe ou mais perto, mais ou menos presentes, tornaram o meu deserto mais povoado, espicaçaram-me a vontade de ser mais, mais e melhor a cada dia que passa. A vossa presença, as vossas palavras de incentivo quando tudo é chuva, quando tudo é frio, escuro e vento, são amparo que me ajuda a seguir caminho – sem vacilar.

Obrigada por me manterem à tona, à margem e a escrever! Obrigada por terem trazido mais 80 a esta família (e que a família não pare de aumentar!).

 

 

publicado às 22:47

Em Mim...

por Marina Ricardo, em 25.08.12

Talvez seja altura de pensar em mim. Só em mim. No que quero. No que não quero.

Pensar em mim. Em mim, só em mim.

 

publicado às 15:17

"Lembranças" #4

por Marina Ricardo, em 25.08.12

Solto uma ruidosa gargalhada e aproximo-me mais de dele, fazendo a minha testa descansar no seu ombro enquanto recupero o fôlego. Sinto a chuva bater-me na nuca.

Nuno rodeia-me pela cintura. Oiço a sua respiração soprar-me ao ouvido e sorriu. 

Levo as minhas mãos ao seu pescoço, ladeando-o.

Sou capaz de sentir os seus músculos através a t-shirt molhada, conta a minhaa barriga. Como consegue ele estar com tão pouca roupa, quando está tanto frio?

Ignoro todas perguntas que me surgem. Não me mecho, não vá a magia quebra-se e a chuva parar.



publicado às 01:17


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