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Estamos a preparar o futuro...

por Marina Ricardo, em 27.08.12

publicado às 23:47

Das famílias

por Marina Ricardo, em 27.08.12

Ter uma família custa mais do que se pensa.

Não basta apenas juntar um grupo de pessoas com o mesmo apelido. Não bastam B.I.’s as e árvores genológicas.

Se assim fosse, quaisquer desconhecidos podiam formar uma família. Bastava juntar solidão com vontade de procriar, e PUF, fez-se uma família. Mas, não é assim que se processam as coisas – não se forma uma família por si só, pelo viver juntos, pelo ser casado, pai, mãe e filho.Há mais em jogo.

É preciso compromisso, empenho, laço eterno que nos amarra uns aos outros, sempre, desde sempre, para sempre. Nem sempre é simples, nunca é fácil, mas vale o esforço – se vale!

Pena, por vezes cair no esquecimento... Porém, a coisa não vem com livro de instruções, e estamos sempre a errar e a aprender.

 

publicado às 22:37

Amanhã deve passar...

por Marina Ricardo, em 27.08.12

A preocupação deu lugar à raiva, a raiva à mágoa e a mágoa à dor fingida de indiferença, camuflada de normalidade…

Amanhã deve passar… espero que passe…

 

 

publicado às 01:37

E Cá Está Mais Uma #19

por Marina Ricardo, em 26.08.12

Nova Crónica!

(Esta para matar saudades, dizer parvoices e testar as novas funcionalidades do site)

publicado às 20:17

Um Caso de Amor #9

por Marina Ricardo, em 26.08.12
I never ever cried when I was feeling down
I've always been scared of the sound
Jesus don't love me, no one ever carries my load
I'm too young to feel this old

Here's to you,
Here's to me,
On to us nobody knows
Nobody sees,
Nobody but me

publicado às 17:27

Faz bem à alma e não dói nadinha!

por Marina Ricardo, em 26.08.12

publicado às 12:17

Degradação Humana

por Marina Ricardo, em 26.08.12

Todas as minhas dores são, inevitavelmente, passadas a papel. Escreve-las ajuda-me a alivia-las, a lidar com elas e quem sabe, na melhor e mais irreal das hipóteses, a esquece-las.

Escrevo, alimento as fomes alheias, enquanto em mim morre a dor e se amainam as lágrimas que o meu corpo quer derramar.

Mas, há coisas que por mais que escreva, por mais que cozinhe, chore ou cante jamais conseguirei ultrapassar. Medos subjacentes há condição de existir, de ser, de amar.

Já vi o suficiente sobre a degradação humana. Sei como funciona, o que quer, o que leva e não mais devolve. Tenho dela ensinamentos e dores para uma vida.

Vi a mãe chorar por ela, o pai calar e cair com ela com ela no bolso e a irmã olha-la nos olhos de forma inquisidora e temerosa. E eu, munida de força que mascara o pavor que sinto, limito-me a carrega-los - a eles e a ela, às costas, em silêncio.

Pesa-me no coração e na alma, e rezo para a manter longe.

Mas, ela vive cá em casa, instalou-se e daqui não arreda pé. Basta-nos esperar que desapareça e todos estejamos vivos para o testemunhar.

 

publicado às 02:17

Pround Mama! #2

por Marina Ricardo, em 26.08.12

publicado às 00:07

Do Que Não Se Diz #7

por Marina Ricardo, em 25.08.12

Às vezes gostava de ter um blog mais arrumadinho. Assim mais como alguns dos vossos, onde, inevitavelmente, se vê a vossa organização mental e escrita, onde as coisas estão divididas por temas – e aqueles blogs temáticos, hum?

Gostava de ter um blog recheado de textos bons – não apenas bonitinhos e pseudo-amorosos.

Mas, não posso negar a minha essência. Já mais do que uma vez o disse (e repito), é através da escrita que temos o caminho mais direto para a alma. Ora, posso eludir-vos de muitas formas, mas não quando se trata da minha escrita. Tenho de publicar coisas parvas, crónicas cheias de duplo significado e piadas sem graças (para chato já basta a vida), tenho de vos dar a ler pedaços de histórias, recantos de memórias e cheirinhos de mim- porque, no fundo, isto aqui, sou eu, em forma escrita.

Sou como me lêm. Desarrumada, com muito texto e com igual quantidade de imagem.

Tenho de dizer: admiro-vos por cá porem as vistas todos os dias, lerem as minhas depressões, alegrias e ideias falhadas (já para não falar na comidas, nos anéis e nas mochilas que devem irritar muitos filhos de boas famílias), por comentarem e me apoiarem sem reversas.

Vocês – mais longe ou mais perto, mais ou menos presentes, tornaram o meu deserto mais povoado, espicaçaram-me a vontade de ser mais, mais e melhor a cada dia que passa. A vossa presença, as vossas palavras de incentivo quando tudo é chuva, quando tudo é frio, escuro e vento, são amparo que me ajuda a seguir caminho – sem vacilar.

Obrigada por me manterem à tona, à margem e a escrever! Obrigada por terem trazido mais 80 a esta família (e que a família não pare de aumentar!).

 

 

publicado às 22:47

Em Mim...

por Marina Ricardo, em 25.08.12

Talvez seja altura de pensar em mim. Só em mim. No que quero. No que não quero.

Pensar em mim. Em mim, só em mim.

 

publicado às 15:17



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