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Obrigada.

por Marina Ricardo, em 22.09.12

Tenho estado – como todos os que me acompanham sabem, numa fase “menos boa” da minha vida.

Curso terminado, esperança ao máximo. Desemprego, esperança em níveis instável.

São muitos os dias, em que me apetece desistir e partir. Deixar tudo, ser outra, ser ninguém.

Dias, mas dias nem sempre são dias… e, há sempre algo que me prende por aqui, sempre algo que me faz pensar que tudo se vai resolver. Que tudo vai ficar bem, mesmo que hoje não saiba a definição de bem.

As saídas são poucas e esta fase têm-se ensinado a navegar – às curvas, num mar revolto. Mas, sei, que de uma maneira ou de outra (provavelmente de outra!) vou conseguir fazer o que gosto! Vou fazer por isso, reinventar-me, escrever-me e reescrever-me até o conseguir.

Mas, mesmo que um dia seja a melhor jornalista que este mundo tem memória (não serei!) e o prémio Nobel da literatura me venha parar às mãos (não, também não…!), nunca o poderia ter sido sem vocês, vocês que me leem, vocês que me sabem, vocês que não me conhecem, vocês que tanto se preocupam, que tanto apoiam.

Vocês, desse lado do ecrã, têm servido de catalisador de energia. Dão-me animo e apoio em doses industriais. Aquecem-me quando me gelo, alimentam-me quando desnutro. São-me alento diário para a alma.

Dizem-me que mereço coisas boas, coisas maravilhas, e fazem “as tais” figas por mim.

São muito mais do que algum dia vos poderei agradecer. São tanto, tanto, tanto!....

Obrigada! Obrigada a todos pelas palavras que me fazem os dias, as semanas, a vida.

Obrigada por me aturarem, a mim, a Marina nem sempre feliz e cheia de piadas, a mim a Marina depressiva e desemprega. A mim, a vossa Marina do costume. Obrigado por me manterem na linha. Obrigada por terem entrado na minha vida e por nela ficarem.


publicado às 23:37

Ela, a Vida.

por Marina Ricardo, em 22.09.12

Vida. Foi a vida que me levou. Me arrancou a esperança e moldou o meu coração a seco.

Foi ela, essa madrasta, que me tirou a alegria das manhãs. Foi ela, ela quem cerrou o brilho das noites.

Vida, foi ela quem apagou as luzes que me deixou aqui. Frio. Escuro. Perdida.

Foi ela, essa que mata e dá a vida, essa que elimina e faz renascer. Essa que tira tudo e dá sem medida.

Foi essa, essa que é Vida de ninguém.

Essa selvagem que nada teme, nada faz estremecer. Foi ela. Ela.

 

publicado às 00:47


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