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Jornalista de Supermercado #3

por Marina Ricardo, em 31.10.12

E estava eu preocupada com as couves e com as maças, devia era preocupar-me com a quantidade louca de cliente nu supermercado.

CREDO - é o fim de mundo e nunguém me avisou?

 

publicado às 23:57

Mal eles sabem que sou jornalista!

por Marina Ricardo, em 31.10.12

Enquanto eu registava produtos, duas clientes, iam conversando:

 

- Eu também ADORO animais! Tenho 10 gatos. Mas, já tive 30. - Dizia uma primeira.

- UI! tantos! - respondeia a outra. - Eu tenho dois, um cão e um periquito. Antes também tinha um marido.

 

Durante este periodo tenciono registar nesta rubrica episódios caricatos que me acontecem, quer com cliente, quer com colegas. Decerto aventuras e mal entendidos não faltarão.

publicado às 01:27

Razões para Amar Kristen Stewart - Parte 9

por Marina Ricardo, em 31.10.12

publicado às 00:37

Jornalista de Supermercado #2

por Marina Ricardo, em 30.10.12

Para primeiro dia, a coisa correu muito bem. Estava nervosa e as calças da farda ficam-me como uma tenta, sendo que se a usasse vestida, ficar-me-ia mais justa. Mas, a coisa foi andando.

Mexer na caixa não é difícil, mas também não é fácil. Há uma serie de manhas e conjuntos de botões a utilizar para fazer uma simples tarefa.

Quando a coisa me corria menos bem pensava baixinho "Tu sabes o raio das Teorias da Comunicação, respira!”. Talvez, não tenha sido sempre simpática como devia: mistura do nervoso e dos sintomas gripais que me estão colados aos ossos, mas tenciono por o meu charme natural em prática, em breve (cof, cof).

Mas, bem ou mal, as pessoas lá seguiram com as suas vidas, com as compras que eu (com ajuda, HOJE) lhes registei, nos sacos que eu fui abrindo.

Amanhã, sozinha, espero que TUDO corra pelo melhor. Espero ser capaz de por em prática tudo o que hoje me ensinaram. Isso e saber distinguir as vinte mil espécies de frutas, especialmente maças, daquele supermercado.

Marina, não sejas menina e faz-te às maças e às couves, e suas espécies, será o pensamento para amanhã.

 

publicado às 23:57

"After the hurricane, comes a rainbow"

por Marina Ricardo, em 30.10.12

Que hoje seja assim na minha vida: que nasça um arco-irís depois das minhas tempestades.

Façam figas - mais uma vez, acho que vou precisar!

publicado às 13:47

Robert, Robert…!

por Marina Ricardo, em 30.10.12

Por favor, tem em consideração que o teu fan-base é sensível (já passamos por muito, sabes?!?!) e não te ponhas em pelota nas campanhas da Dior.

E, não, nem penses em dizer, com a tua voz sexy, "J'adore... Dior". Não, por favor!

 

Atenciosamente,

Marina – a tua fã de sempre, em em nome da saúde de meio mundo,

 

publicado às 00:17

Sopa de Cidreira e Mentol

por Marina Ricardo, em 29.10.12

Dentro de mim há uma espécie de sopa de cidreira e mentol - vamos supor que sou um caldeirão gigante, sim?, culpa da quantidade de chá e rebuçados da tosse que tenho ingerido.

Quem não gosta é o meu estômago que se recente com tanta cafeina e substâncias mentólicas.

Que a minha garganta melhores, rápidoooooooo!



 

 

publicado às 23:57

Kelly Clarkson e os Lançamentos Relâmpago

por Marina Ricardo, em 29.10.12

Mais country, igualmente perfeita.

publicado às 21:47

Reflexões febris...

por Marina Ricardo, em 29.10.12

Um dia já fui aquele tipo de pessoa que se conformava. Um dia, apenas desejei que nada se alterasse, que eu pudesse permanecer como estava, como me sentia, ali, naquele mesmo sítio.

Deseje-o porque, ao tempo, sentia-me feliz, bem comigo e com os outros.

Depois, a vida arrastou-me para longe, levou-me a outras terras, deu-me outras janelas, mostrou-me outras vistas, e eu, assustada a principio, ajustei-me a elas.

Aprendi a gritar, a falar, alto e bom som. Aprendi a sentir, sozinha, o que gostava de partilhar com os outros. Aprendi a reinvenção de mim, do eu, que evolui dia-a-dia.

Descobri que sozinha era capaz. E descobrir, que o ficar estagnado não era para mim, embora, por vezes gostasse de parar e respirar fundo.

Substitui nesse tempo, então, os abrandamentos por desejos de aceleração, vontades de circulação. Aprendi que o medo faz parte das viagens longas, assim como a saudade das pessoas, dos lugares e dos cheiros.

Porque somos assim, seres mutantes, que têm necessidades estranhas de se mexerem quando tudo parece perfeito, de falar para quebrar silêncios mágicos, se ser mais quando somos muito.

Somos assim: estranhos e imperfeitos, na procura da normalidade e perfeição.



publicado às 20:07

Jornalista de Supermercado #1

por Marina Ricardo, em 29.10.12

Começo amanhã. 

 

(Convinha amanhã senti-me melhor que hoje! Raio de gripe!)

publicado às 15:07

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