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mar

por Marina Ricardo, em 20.02.14

Ela tem tempestades nas mãos e tormentos na alma.

publicado às 23:27

todos os dias

por Marina Ricardo, em 19.02.14
Ás vezes ela chora a_ntes de adormecer. É na companhia da almofada que as saudades a assaltam e o vazio se lhe gela os ossos.
Ás vezes, ela adormece a chorar; olhos cheios de água, leçois molhados.
Ela costuma chorar quando, deitada na cama, se sente só e despida dele. As noites são irmãs da falta. E ele falta-lhe: todos os dias.

publicado às 23:50

O dia em que aprendia a coser à máquina

por Marina Ricardo, em 18.02.14

publicado às 23:00

(Ela, de volta)

por Marina Ricardo, em 18.02.14
(Ela) Só queria um amor que lhe amasse as noites frias em que ela não sabe o caminho (de volta) a casa.

publicado às 01:17

O texto mais confuso e complicado de todo o sempre.

por Marina Ricardo, em 17.02.14

Não vou a uma entrevista de emprego há meses. Na verdade não tento ir a uma entrevista de emprego há mais do que um par de meses.

Há bastante tempo que não envio emails cheios de esperança e fogo pra a caixa d entrada de um qualquer desconhecido que, muito provavelmente, não me vai responder.

Há menos de um ano, enviava dezenas de emails por semana – talvez até por dia, na tentativa de encontrar trabalho no jornalismo.

Depois, por falta de oferta válida (nem todos são sequer dignos de resposta) ou por falta de vontade minha o número de emails foi diminuindo até rarear.

Arranjei emprego e perdi a fé.

Comecei a viver outra vida, a adaptar-me a ela, a gostar dela e a sentir-me bem aqui. Assim.

Hoje, aqui, escrevo-vos (antes de digitar o texto a computador) num bloco de notas resgatado do tempo do estágio e com uma caneta que trouxe, por engano, do último inventário do trabalho. Um mix de coisas baralhadas derrama-se nestas páginas.

A mesma baralhação paira-me no peito.

Não costumo pensar muito amiúde no tempo, ou no tempo perdido. Considero que, estando a aprender e a viver nunca estou a perder tempo (além do mais, não é como se eu tivesse 30 anos. Não tenho. Ainda.)

Se o mundo está a perder uma jornalista com vontade de trabalhar? Sim. Mas, Portugal também está a ganhar uma operadora de caixa que bate records de rapidez.

O que faz esta minha balança equilibra-se é a família. Tenho a família aqui em casa, a dormir no quarto ao lado e não queria ir a mais lado nenhum quando estou aqui.

Se há empregos em Lisboa? Talvez. Ou nas ilhas? Pois, talvez.

Se eu quero trabalhar na área para a qual estudei? SIM Agora, faze-lo em qualquer lugar? Hum, pois. Hum…

Sempre disse, mesmo sem saber, que quero amar sempre mais alguma coisa do que a minha profissão. Amo escrever. Amo ser lida. Mas, amo mais os meus, aqueles que me permitem escrever (e ser lida). (E, sim, estou assutada. E tenho medo. E na minha cabeça ainda tenho 15 anos. E, sim, gosto da comodidade. E, também sou mais confusão do que a maior parte das pessoas).

Por isso, enquanto o meu trabalho durar (o que pode ser mais uma semana ou seis meses) não quero trocar o conforto das horas longas com os meus.

É egoísta. É pouco inteligente. É estúpido. Não se entende.

Nem eu me compreendo. Nem eu sei. Mas, não quero e isso eu sei.

Além do mais, o que imposta é escrever, e isso eu já faço – por amor, não por dinheiro.

 

 

(Porta...)

 

publicado às 22:00

Marina - the original motion soundtrack #64

por Marina Ricardo, em 17.02.14

Só mesmo porque Nashville é a melhor serie de sempre e esta é das melhores músicas que ouvi nos últimos tempos.

publicado às 00:00

pessoas

por Marina Ricardo, em 16.02.14

As pessoas nunca vão parar de me surpreender. Nunca. Quer seja por bons, maus ou indiferentes motivos. 

E estas são das coisas mais fascinantes desta aventura que é estar-se vivo: as pessoas e as surpresas.

Tags:

publicado às 23:17

sono

por Marina Ricardo, em 15.02.14

Se ao menos os olhos nunca se cansassem de ver.

publicado às 01:27

por Marina Ricardo, em 14.02.14

Uma vez, de vez em quando, o meu corpo tem uma quebra geral. Ontem foi o dia - dores generalizadas, medicamentos em excesso, estômago em brasa, frio, calor, náuseas. Um festim de coisas más que ainda hoje, assim mais levezinhas, ainda por cá andam.

Por isso, e encolhendo os ombros para a desgraça física, à saída do trabalho comprei um bolo todo ele amoroso para comer com o meu Valentine, que é como quem diz: eu (ok, eu ofereci-o à minha irmã e comi metade!).

Feliz Dia dos namoados - e quanto aos solteiros: namorem-se!

 

publicado às 20:47

Marina - the original motion soundtrack #63

por Marina Ricardo, em 14.02.14

publicado às 00:00



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