Not Bad 2015, not bad at all

Na véspera de ano novo recebi um telefonema de um número desconhecido.

Quando me disseram que era uma empresa de marketing, pensei que iam querer vender uma tralha qualquer. Puis-me logo a pensar em como lhes ia dizer, sem ser muito bruta, que estava ocupada (E estava: estava a fazer arranjos florais com a minha avó, na garagem de casa dela).

Mas, decidi ouvir. No meio de muitas palavras que não compreendi, uma voz apressada convocava-me para uma entrevista de emprego. Dia 2 de Janeiro, no Porto.

Acabei o ano com esperança renova. Comecei o ano com aquele stress que vem nas coisas boas.

Hoje, lá fui eu.

Tentei deixar as minhas expectativas na lama. O mais provável seria uma entrevista para vender enciclopédias porta a porta.

A entrevista correu muito bem. Tento sempre ser eu própria - e, resulta. Sai de lá sem perceber beeem para que pretendem o funcionário, mas, em linhas gerais agradou-me. Ficaram de me telefonar, ainda durante a tarde para saber se fora selecionada para a última fase de seleção.

E, ligaram. Fui selecionada.

Segunda-feira vou a uma formação, fazer um teste e a última entrevista. Dia de terapia de choque, portanto.

Ainda posso acabar a vender enciclopédias porta a porta. Mas, porra, hoje, tenho a autoestima lá em cima!

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E, assim, o  por-de-sol do dia 2, foi, para já, o melhor do ano! 

publicado por Marina Ricardo às 19:57 | link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos Favoritos (1)