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Maio

por Marina Ricardo, em 31.05.15

Maio deixa-me a boca amarga e tempo contado.

Quando o desemprego me entrou casa a dentro, quis fazer dele uma experiência minimamente saudável. Claro que pensei que esta situação não duraria mais do que três meses. 

Comecei a fazer blocos de notas. Depois postais. Agora também faço outras coisas que me dão igual prazer.

Depois o desemprego decidiu ficar mais tempo e decidi que ia escrever um livro.

Com todas as falhas e frases escrevi-o. E ainda escrevi mais dois contos. 

Acho que fui lidando com o desemprego como se fosse um desafio que tinha várias etapas. Nunca o aceitei, nunca o quis encarar, mas evitava-o mantendo-me focada em metas.

Acabei um livro, criei um negócio e ainda fiz uma feira de artesanato.

Tenho mais 45 dias de fundo de desemprego, depois não sei o que faça. Já enviei email para todo o lado, já fui a lojas e mais lojas. Acho que só me resta comprar um bilhete só de ida.

Maio deixou-me um sabor amargo na boca e uma sensação de estar perdida e não saber o caminho de regresso...

 

 

.

publicado às 23:20

Invencible

por Marina Ricardo, em 30.05.15

 

publicado às 23:37

Outra

por Marina Ricardo, em 30.05.15

Estou exausta. Acho que esgotei os meus últimos raios de força nesta feira (que correu bem melhor do que imaginava!).

Agora tenho que me realinhar. Me organizar.

Sinto que cheguei ao fim  de uma meta. Tenho que me inscrever noutra corrida.

publicado às 19:20

maníaca...

por Marina Ricardo, em 29.05.15

Na mesma semana terminei um livro e estou a transformar um negócio online em algo digno de mostra.

Sou uma maníaca (e uma perfeccionista de um raio..)...

 

Se estiverem por perto...!

 

publicado às 23:37

inimiga

por Marina Ricardo, em 29.05.15

Tenho uma enorme dificuldade em perdoar-me. Em ver-me com medos e sem restrições.

Tenho sempre medo de me rotular. 

Não gosto de dizer que o meu cabelo é loiro, porque às vezes quero que seja castanho.

Custa-me ver-me como (mais) "magra" porque há dias em que me vejo com os meus antigos dez quilos em cima (e mais alguns).

Fecho sempre os olhos depois de dizer que estou desempregada. E faço o mesmo sempre que me sinto perdida.

Tenho uma enorme dificuldade em vestir as minhas falhas. Assim como raramente verbalizo os meus medos.

Porque me assusta ser frágil. Porque me assusta não saber o passo seguinte. Porque tenho medo de não me conseguir impressionar. Porque eu sou a minha maior inimiga.

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publicado às 00:37

fazer

por Marina Ricardo, em 28.05.15

às vezes, percebe, nao sabe fazer-se feliz.

publicado às 23:57

Ena Pá!

por Marina Ricardo, em 28.05.15

Por esta  altura tenho um livro a viajar até o premio LeYa. 

Façamos figas!

publicado às 17:56

Vamos à feira

por Marina Ricardo, em 27.05.15

É já no próximo sábado, dia 30, que vou levar ao "Ai o amor, o amor" a passear pela primeira vez.

Vamos a uma feirinha na minha antiga escola secundária (que agora é a escola da minha irmã).

Já me tinha inscrito há umas semanas, mas, ainda tínhamos umas dúvidas quanto à realização da dita cuja e só hoje tivemos a confirmação!

Vou levar todos os blocos e postais e flores e sementes e surpresas e muitas coisas novas!

Se estiverem por Gaia, venham visitar-me, das 9 às 17h, na Escola Arquiteto Oliveira Ferreira, em Arcozelo. (Para os que vêem televisão: este é o mesmo Arcozelo onde assassinaram um homem no início da semana. E sim, se vierem à escola ainda podem passar pela casa do crime e ver o sangue nas escadas (eu não vi, passei lá hoje - porque é nas traseiras do meu prédio, mas, não quis ver).

Por isso, façam-se à estrada e venham comprar coisas giras. Se a vossa onda for mais comer: a minha irmã e os colegas de turma vão vender waffles e crepes cheios de gordices.

Apareçam!

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publicado às 00:03

Era isto

por Marina Ricardo, em 26.05.15

Pudesse eu entrar-te na cabeça que me sairias do coração.

publicado às 19:00

há dias

por Marina Ricardo, em 25.05.15

Há dias em que me sinto completamente exausta.

Exausta de tentar gerir um negócio fracassado e de tentar organizar uma vida perdida da meada.

Cansam-me as rotinas fingidas e esta preocupação tão minha em tentar manter tudo igual, tudo original, tudo forçado.

Canso-me só de pensar no dia de hoje e no dia de amanhã que pode muito bem ser como o de ontem.

Cansa-me e mata-me esta sensação de mais nada poder fazer. A espera dá cabo de mim. E, esperar sem saber pelo quê atormenta-me as horas em que espero.

Sinto-me exausta por exigir de mim mais do que me sinto capaz de dar.

Sinto-me exausta de deixar o coração na prateleira para não sentir mais.

publicado às 23:37

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