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Forgive

por Marina Ricardo, em 30.06.17

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publicado às 20:47

Ela

por Marina Ricardo, em 29.06.17

Almofada de raiva, sob lençois de desgraça.

Ao longe chega a tempestade, vestida de pele, suor e sonho.

publicado às 22:00

tired...

por Marina Ricardo, em 28.06.17

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publicado às 20:57

olho por olho

por Marina Ricardo, em 27.06.17

O circuito não para. Contranatura. Quando mais baixo, mais para cima. Renasce. Viva da morte anunciada. Forte da vida ceifada. Brilha de luz apagada.

Cai e não esmorece. Senhora dona de seu nariz e dessa vida moribunda que teima em vestir em tom de vestido de gala. Mulher de raiva. Menina de força. Criança de lagrima no olho, olho em frente.

publicado às 20:17

Marina - the original motion soundtrack #184

por Marina Ricardo, em 26.06.17

publicado às 20:41

Desletrada. Desgraçada.

por Marina Ricardo, em 25.06.17

Se me mantiver assim, dormente, pode ser que esqueça. Que perca os meus abecedários e as minhas lendas. Os meus e’s e ou’s.

Se dormir, assim, aninhada, no amago de mim nesse regaço desgraçado de letras por escrever, pode ser que apague tudo o que pensava querer e ser.

Se me desterrar nesta terra sem dono dorida de não ser, pode ser, que, assim sonolenta, me esqueça deste pesadelo e o confunda com um sonho de alguém. De qualquer um que não sou, mas posso comodamente ser, dormente, adormecida. Desletrada. Desgraçada.

publicado às 19:07

publicado às 21:57

do que

por Marina Ricardo, em 23.06.17

Nunca pensei que as palavras fossem como dentes arrancados a sangue frio. Tripa esventada. Coração estrangulado.

Nunca pensei deixar de escrever. Nunca pensei que fosse doer tanto ter tudo para dizer e preferir ficar calada.

Nunca pensei chegar a meio da linha e sentir que a linha, tão torta como errada, era ponte de chegada, sem fim, sem pingo de luz e esperança.

Mais do que carne, água e ar sou sonho e letras. Mais do que mulher sou texto livre, corrido.

Nunca pensei que doesse tanto este luto. Este velório do que quero escrever e do que me doí escreve-lo. Do que quero e do que fujo.

publicado às 20:42

please

por Marina Ricardo, em 22.06.17

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publicado às 20:00

texto

por Marina Ricardo, em 21.06.17

Tentaram prende-la. Pôr-lhe um porto final. Depois paragrafo.

Mal sabem que, no contrapasso dessa mudança de linha, há sempre espaço para uma folgada de ar, nessas vírgulas que não deixam o texto parar.

publicado às 22:00

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