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amor de verão

por Marina Ricardo, em 31.07.17

Textos longos são como amores de ano todo: longos, complicados, invernosos demorados.

Tenho na escrita, hoje, amor de verão. Intenso, fogoso e de término de temporada. Pequeno. Caloroso. Meia dúzia de palavras. Dezenas de beijos e toques apressados. Vai doer – é certo. Mas, será longo, eterno e durador até quando durar. E que, que dure para sempre: amor e lágrimas. Saudade.

publicado às 22:07

respirar

por Marina Ricardo, em 30.07.17

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publicado às 18:47

cansada

por Marina Ricardo, em 29.07.17

ando perdida em tantas lutas, que, na maior parte delas,nem sei como me tornei guerreira.

publicado às 18:30

Marina - the original motion soundtrack #187

por Marina Ricardo, em 28.07.17

publicado às 22:57

morte

por Marina Ricardo, em 27.07.17

Mata-me o medo. Os fantasmas já aprendi a matar.

publicado às 18:36

novas artes

por Marina Ricardo, em 26.07.17

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macramé

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publicado às 19:47

negras

por Marina Ricardo, em 25.07.17

As letras abandonaram-lhe os dedos. Os olhos. E o ser. De certo fogem das trevas daquela alma que era texto e é mágoa. As letras tendem em secar na amargura. Agora sabe-o.

publicado às 22:00

fui

por Marina Ricardo, em 24.07.17

Leva-me para casa. Não precisamos de ter pressa desde que me prometas que não paramos pelo caminho.

Estou cansada. Leva-me de volta para as paredes que me conhecem. Talvez assim eu volte a ser quem era.

Leva-me. Não me faças perguntas. Doí-me o ser. Não esperas que eu seja, sê-me que espero me ser quando me levares para a casa em que sempre me fui.

publicado às 22:00

Marina - the original motion soundtrack #186

por Marina Ricardo, em 23.07.17

 

publicado às 23:00

patética e conscientemente

por Marina Ricardo, em 22.07.17

Nunca andei tão enervada na vida. Sempre em ponto de ebulição. Sempre com dores de cabeça. Sempre com o corpo tenso e dorido.

Sempre de mãos tremolas e sonos atribulados. Suores. Frios e quentes. A praguejar. Sempre com vontade de gritar. E fugir.

Nunca me senti tão frustrada, tão mergulhada em revolta como hoje. E como amanha. E no dia que se lhe segue.

Sinto-me mais sozinha do que nunca. A falhar mais do que nunca. A perder mas do que nunca. Mais capaz e mais incapaz do que nunca.

Ando sempre a olhar por cima do ombro. De arma em punho.

Perdida. Acho que nunca me senti tão patética e conscientemente perdida.

publicado às 20:00

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