Quinta-feira, 12.06.14

A - abecedário

Sempre que penso que acabou. Recomeça.

publicado por Marina Ricardo às 00:23 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Sexta-feira, 23.05.14

Rede de Obrigados

Todas as coisas da vida são sempre mais fáceis quando estamos rodeados de pessoas boas.

Pessoas que pensam nos outros, que gostam dos outros, que gostam de si, pessoas gratas, especiais, Pessoas.

Sou uma felizarda por estar rodeada de Pessoas. Com letras maiúsculas. PESSOAS.

Obrigada Vera. Obrigada por toda tu seres uma grande rede de abrigados. Obrigados meus, para ti.

 

És uma maluca, Vera Maria, uma maluca!

publicado por Marina Ricardo às 23:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Quarta-feira, 14.05.14

Amizade

Amo-a com um amor maior. Amo-a de uma forma que me faz melhor. Amo-a com um amor que me faz querer ama-la sempre. Amo-a com a maior das amizades que alguém pode ter por um amigo. Amo-a e quero ama-la sempre. Porque este amor desinteressado faz-nos especiais. Ás duas.

publicado por Marina Ricardo às 19:07 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (4)
Quinta-feira, 19.12.13

*

publicado por Marina Ricardo às 00:00 | link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos Favoritos (1)
Sábado, 30.11.13

2h

- Sabes onde estamos? - dizia ela, atrás do volante, falando por cima da muúsica alta da rádio. - Estamos perdidas outra vez...

A verdade é que andávamos há uma hora, mais coisa, menos coisas, às voltas. Literalmente às voltas.

- Estamos numa estrada. - a mesma onde estivemos à pouco, mas em sentido contrário, pensei.

- Vês? - perguntei- Luzes de Natal. Estamos numa terra onde as pessoas gostam no Natal, logo têm Jesus no coração. TUDO Boa gente.

Rimos, cantamos e seguimos viagem - ás voltas, por mais um (longo) tempo.

O relógio avançava em direção às 2h e eramos felizes.

 

publicado por Marina Ricardo às 15:47 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 28.11.13

Para a Vera

Nunca fiz assim nada de muito especial. Trabalho, ajudo no que posso, faço das tripas coração por tudo e por nada e, de vez em quando, quando a inspiração mo permite, escrevo.

Tenho muitos sonhos amalucados, vontades estranhas e gostos sui generis. Não gosto de me encarar como mais uma, mas, a verdade é que não sou assim nada de especial. Sou especial à minha meneira, porém não sou em pedaço de mau caminha na especialidade. 

Por isso, às vezes pergunto-me, como é que as pessoas podem de facto gostar de mim. Não, não sou daquele tipo que espera palavras bonitas, porque eu própria não as digo - jamais me vão ouvir chamar querida ou fofa a alguém no meio de um discurso (a não ser que esteja a ser irónica).

Não dou muitos beijinhos, rio-me muito alto, é possível que tenha borbulhas e as unhas mal pintadas. Sou uma confusão que gera confusão.

Por isso, não posso deixar de ficar surpreendia quando me fazem provas de amor.

Uma das coisas que aprendi aqui no blog é que o amor pode ser demostrado de muitas formas, e que, por estas bandas, o amor é mesmo cego, na medida em que nos preocupamos uns com os outros sem, de facto, nos conhecermos. Amor cego e inocente. Amamos as pessoas pelo que elas escrevem, como elas se espoem por letras (devo adiantar, que esta deve ser das formas mais bonitas de se amar). Vai daí, enviamos beijinhos e abraços dentro de envelopes ou por comentários.

No início, aqui o mentiras não era destinado a fazer amizades (ou seria?), e, sinceramente, nunca esperei proximidade com nenhum de vocês. Mas, dias atrás de dias, textos atrás de textos, cometários e emails depois, certo é que nos fomos apaixonando uns pelos outros, fomos torcendo uns pelos outros. Amizades despretensiosas, verdadeiras, misteriosas e completamente malucas.

Sem perceber bem porquê, estabeleci uma relação assim com a Vera. A Vera é assim mais ou menos como eu - uma confusão cheia de confusões. Trabalhamos as duas em coisas completamente fora de contexto, e juntamos dinheiro para coisas que um dia nos faram felizes. Sei, com toda a certeza que ela é mais corajosa que eu. Ou melhor, eu já fui corajosa como ela, mas acobardei-me e ela não (dêem-me tento que eu volto a acordar).

Nunca vi a Vera, e a Vera nunca me viu a mim. Ela acha-me parecida com a Kristen e eu acho que ela é uma Diva gira que farta. Gosto muito dela, mesmo não sabendo nada dela.

A Vera surpreende-me todos os dias - em especial nos dias em que, depois de se apoderar ilegalmente da minha morada, me envia prendas.

Por isso, hoje, em vez de a repreender por gastar dinheiro comigo, vou chamar-lhe querida e fofa e dar-lhe beijinhos e abraços – Vera só faço isto por ti!

Obrigada, obrigada, obrigada!  

 

(E, não é que ela me conhece mesmo BEM?)

publicado por Marina Ricardo às 16:17 | link do post | comentar | ver comentários (2) | Adicionar aos Favoritos
Sábado, 12.10.13

Durante toda a minha vida vou continuar a procurar pessoas que, depois de lhes molhar a camisa com lágrimas, apenas dizem "Esta já ia para lavar" sem fazer mais perguntas e enquanto me afagam as costas.

Ou então, talvez não valha a pena procurar - já encontrei.

 

publicado por Marina Ricardo às 17:17 | link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos Favoritos (3)
Terça-feira, 03.09.13

tictac's

Oh, que bom que é aquele lugar comum onde as amizades não envelhecem nem se ressentem com o passar do tempo
publicado por Marina Ricardo às 03:10 | link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos Favoritos (1)
Quinta-feira, 23.05.13

"Querido Mudei a Casa" e a Querida Ajudou

Passei a tarde a pintar uma casa.

Tenho que admitir que as artes (ou as obras!) perderam um talento.

 

(O que não se faz pela melhor amiga ❤)

publicado por Marina Ricardo às 23:37 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Sexta-feira, 22.03.13

Medidas

Ontem numa conversa com a A., ela disse-me que a mim nunca me bastou um emprego, o que eu queria mesmo era trabalho.

E, melhor do que muitos, ela conhece-me. Conhece-me as maluqueiras das madrugadas, os abraços da chegada, as pestanas e os lábios para as saídas, o feitio dos anos...

Depressa lhe respondi um "oh", acompanhado por um daqueles smiles catitas que calam o que muito se tem a dizer.

Porque, minutos antes, depois de lhe dizer que estava a trabalhar 10 horas por dia (agora todos os dias da semana), oferece-lhe ajuda na correção do relatório de estágio dela – o que até parece simples, mas que de simples nem a capa tem...

Sempre soube que não seria daquelas que faz só por fazer - nunca fui assim. Onde estou, estou por completo, sendo por completo. Visto a camisola, e não a tiro, usando-a como segunda pele.

E não, nunca me bastará um emprego. Eu quero é trabalho daquele que me encha as medidas - e as medidas são grandes, ó se são.



publicado por Marina Ricardo às 23:07 | link do post | comentar | ver comentários (2) | Adicionar aos Favoritos (1)

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