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Pelo Menos os Agradecimentos Estão Prontos!

por Marina Ricardo, em 08.06.12

Em primeiro lugar tenho de agradecer à minha família – pais, irmã e avós. Sem eles seria absolutamente impossível, para mim, viver o sonho do jornalismo. Pelo amor incondicional, pelo apoio, pelo sacrifício e pelas palavras sempre sábias que me dirigiram. Obrigada por nunca me deixarem desistir e por me cultivaram e expandirem dia-a-dia.

A toda a redação de “O Gaiense”, desde os jornalistas, passando pela gráfica e publicidade. Obrigada a todos por me receberem como uma família, me integrarem e em ensinarem tanto. Obrigada pela oportunidade, pela mão amiga e pelo jornalismo real, profissional e verdeiro.

Aos meus amigos. Que estando sempre ao meu lado, me ampararam quando a minha cabeça rebentava de dúvidas. Obrigada pelas palavras, pelos silêncios, pelas palmadas surdas e pelos raspanetes. E, acima de tudo, obrigada por comigo partilharem as vivências desta aventura.

Aos meus “mestres”, professores e orientadores, por me fazerem amar o jornalismo e acreditar que com ele posso fazer a diferença. Obrigada pelos ensinamentos, sabedoria e palavras certeiras que sempre me dirigiram nos momentos onde a dúvida, quanto ao próximo passo, imperava.

 

(Agradecimentos do meu relatório de estágio)

publicado às 19:27

Sobre o Estudo e o Relatório...

por Marina Ricardo, em 07.06.12

(Estou cansada... tão cansada...)

publicado às 23:07

(É que isto está pior que as Obras de Mafra!)

publicado às 18:37

Hoje, voltei…

por Marina Ricardo, em 13.04.12

Hoje, dois meses depois da última vez, voltei à redação do jornal.

A visita soube melhor do que bem. Gosto daquele ar quente, da confusão e das pessoas.

Gosto de me sentir nervosa ao pisar a soleira da porta – sabor a responsabilidade, medo e prazer.

Gosto de saber que lá sou bem-vinda, reconhecida e relembrada por “aquela que fazia machetes e apanhava choques”.

Gosto. E quero voltar. Um dia.

 

publicado às 19:37

Sabe bem...

por Marina Ricardo, em 28.01.12

Sabe bem terminar uma fase, acabar um capítulo com a certeza de que o nosso melhor fica retratado naquelas páginas que acabamos de escrever. Que os momentos da nossa glória ficam ali marcados, a tinta e amor.

Sabe bem, que mesmo no finalzinho, em nota de rodapé, da última das folhas, haja um comentário favorável à nossa prestação como actores principais  de todo o enredo

O reconhecimento, sim esse que sempre desejamos tratar por tu, ali, em poucas linhas. Verdade. Realidade.

Sim, sabe mesmo bem alguém achar que somos bons no que gostamos de fazer.

 

(E assim terminei hoje o estágio, com uns belos 18 valores e umas promessas no bolso...)

publicado às 01:07

Chateia um bocadinho...

por Marina Ricardo, em 26.01.12

Vermos uma semana de trabalho evaporar-se em segundos. Darmos conta que as horas que passamos ao telefone, as conversas que vitoriosamente conseguimos cara-a-cara não vão servir para nada…

 E dói, lá no fundinho da alma. Mas, é assim mesmo… é a vida, meus caros…

 

publicado às 23:37

Coisas da Vida...

por Marina Ricardo, em 24.01.12

Estou exausta e tenho um trabalho para entregar na segunda.

 

"O Sublime e o Kant" vão ter esperar....

Hoje não é o vosso dia...

 

(E ainda não fiz nadinha para o dito cujo trabalho!)

publicado às 00:47

Das histórias inacabadas…

por Marina Ricardo, em 24.01.12

Ela ostentava uma pose segura, parecia saber perfeitamente o que fazia – ela fingia bem. Vestia um grosso casaco de inverno e estava levemente curvada para trás.

Pelo canto do olho viu-o aproximar-se. Ignorou a sua presença e continuou a disparar flashes.

A fachada do prédio não era nada do que ela precisava. Mas, na falta da foto e das declarações da empresa proprietária do armazém, nada melhor se podia arranjar.

Ela ajustou o ângulo da fotografia – já que não podia fazer mais nada, pelo menos que a imagem fosse boa.

Ele continuava a aproximar-se. “Não é nada contigo” pensava ela concentrando-se no seu trabalho.

- Boa tarde – soou atrás dela.

- Boa tarde - respondeu, afastando a máquina fotográfica do olho.

- Conseguiste as declarações de alguém? – quis ele saber.

Ela pareceu confusa. Porque quereria ela saber se ela conseguira ou não as declarações exclusivas dos representantes da empresa?

- Sou do Correio da Manhã – explicou.

Dois dedos de conversa. Más noticias e um lamento comum. Um trabalho inacabado para os dois.

Despediram-se, enquanto ela descobria uns lindos olhos azuis por detrás dos óculos de aros pretos.

Mais dois flashes, e ela atravessou a rua. As redacções são lugares confusos e que vivem de notícias e informações fresquinhas que têm de ser transportadas com brevidade.

Ela partiu de carro, ele dedicou-se às fotografias. Se a historia deles poderia ter sido diferente? Podia…. Mas o tempo é escasso e ela é especialista em histórias inacabadas.

 

publicado às 00:17

Magias de sexta-feira 13

por Marina Ricardo, em 13.01.12

Tive um dia complicado. Trabalho de terreno nem sempre é fácil.

Podemos estar a trabalhar, mas continuamos humanos. E, cenários de acidentes, para além de notícia, acabaram sempre por mexer connosco. Há estragos, vidas alteradas, confusão…

No entanto, são estas coisas, inesperadas e aparatosas, que nos dão capas.

Esta semana, fiz manchete outra vez. E ainda tenho mais uma notícia em destaque na capa desta edição.

Pode-se dizer, que a uma sexta-feira 13, a vida jornalística não me corre mal.

 

publicado às 23:57

A Sensacionalista

por Marina Ricardo, em 11.01.12

Desde sempre que minha melhor amiga me chamou sensacionalista. Sempre acontece algo e eu reproduzo a historia oralmente, era sorri e diz “Não foi bem assim…!”.

E, depois, quando comecei a escrever mais afincadamente, alinha repetia-se – o sensacionalismo, o “embelezamento” das historias.

E nem agora, no jornal, que o sensacionalismo nem sempre é nem visto. Sou acusada do mesmo.

A minha primeira grande peça – a que fez capa, foi um caso de abuso de menores e agora, esta semana escrevi, entre outras coisas trágicas, sobre um caso de tentativa de assassinato de um pai a um filho.

E é o “desde que para cá vieste é só disto que nos aparece!”, “ porque não pedes emprego no correio da manhã?”, “começas-te com um

suicídio… nunca mais foste a mesma!” acompanhado por risos – meus e dos outros.

Eu não tenho culpa que as minhas fontes me arranjem (só?) destas coisas…. Eu não sou sensacionalista, sou pseudo-escritora! 

Além do mais, o sensacionalismo tem, assumidamente, um fraquinho por mim… 

 

publicado às 23:37


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