Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



voltar

por Marina Ricardo, em 13.12.15

Malas feitas. Stress e má vontade. Amanhã volta o sentido de aventura. Tem que voltar.

IMG_20151213_131602.jpg

publicado às 23:57

Raios...!

por Marina Ricardo, em 09.12.15

Hoje de manhã bati com o carro. Ainda antes de sair de casa. Na garagem. Eram pouco menos de 6h.
Cheguei em cima da hora ao trabalho.
Com nervos em franja, culpa em brasa.
Depois, a chefe fez-me perguntas as quais não fazia ideal o que responder.

Depois de almoço, o chefe mor, de visita, fez-me me lerda e ensinou-me a cortar etiquetas. Há três meses que não faço outra coisa – e ainda não precisei de um curso.

Fui ao (outro) supermercado comprar leite (do meu leite super sónico) e sorte-sorte nem uma embalagem tinha. Gastei gasolina por três pacotes….

Cheguei a casa com a neura. A duvidar de tudo. Insegura da vida, do trabalho.

Com o sótão, normalmente cheio de macaquinhos, atoalhado de macacões.

Troquei de roupa e sai para dar uma caminhada. Dois quilómetros. A passeio.

Ainda estou completamente exausta. O carro ainda tem uns arranhões (abrigado Renault por, em 1992, teres feito carros com chapa de ferro).

Mas, o mundo já não me está aos ombros. Não agora. 

publicado às 22:40

de si

por Marina Ricardo, em 07.12.15

Achava ter medo de ficar só.

Ou de morrer.

Ou, talvez de ser infeliz.

Um mix doentio que lhe fazia arder o peito.

Um dia, ao acordar teve medo de si. Nunca tinha percebido o poder que tinha.

O poder de se deixar só. De morrer. De ser infeliz. Ou de ser tão feliz que lhe arda o peito. 

publicado às 23:27

tempo...

por Marina Ricardo, em 02.12.15

Anseio pelo tempo que não tenho.

Tempo para mim. Para manhas lentas e letras apressadas com café. Ou chá.

Tempo para ser mais eu. E escrever.

publicado às 22:00

thanksgiving

por Marina Ricardo, em 26.11.15

Todos os paises do mundo deviam ter um dia para lembrarem as pessoas de se sentirem gratas.

Gratas pelas coisas banais, pelas que gostam, pelas coisas boas. É tão fácil esquermos o quão gratos devemos estar. Gratos por estarmos vivos. Aqui e ali. Connosco. Com os outros. Gratos.

Feliz dia para estarmos gratos.

publicado às 22:30

Dois pesos. Duas medidas.

por Marina Ricardo, em 22.11.15

Terroristas mataram em Paris.

Os franceses e os russos matam na síria. Olho por olho.

Dente por dente. Mas, há olhos e dentes que valem mais do que outros.

publicado às 22:00

respirar

por Marina Ricardo, em 17.11.15

Sinto-me física e emocionalmente exausta. Dou sempre muito de mim a tudo o que faço. E isso, às vezes – muitas vezes, isso deixa-me um farrapo.

Acabei hoje o meu estágio de dois meses. Amanhã mudo de loja, e passo a ter aulas.

Há algo na perspectiva de voltar a estudar que me assusta muito. Um medo irracional de já não saber, de falhar.

Estou apavorada com a perspectiva de falhar.

Digo a mim mesma, de dois em dois segundos, que me vou preocupar apenas com o agora e que vou viver um dia de cada vez.

Chega de sofrer por antecipação. Mas, é me tão difícil.

Tive boa nota no estágio. Agora vou fechar os olhos, fingir que estou calma, pôr um caderno na mochila e ir á aventura de viver o dia a dia, destes 10 meses, sem pressas (e com menos medo possivel).

IMG_20151020_075204.jpg

publicado às 23:20

Nunca

por Marina Ricardo, em 16.11.15

Às vezes acho que peso mal as coisas. Meço mal a importância das coisas. Que invejo demais a vida que nunca vou ter. Que quero demasiadas coisas. Que sonho demais. Que sou demasiado exigente.

Às vezes acho que nunca me contento com a felicidade que me é reservada. Que quero sempre mais. Que quero sempre o que não posso ter. Ou quero sempre o que é difícil.

Às vezes acho que quero sempre coisas diferente, e que as diferenças me causam sempre mais medo. Que ando sempre assustada. Que nunca sei. Que nunca.

publicado às 23:07

Paris

por Marina Ricardo, em 13.11.15

Tenho um primo, a mulher e dois filhos, a viver no centro de Paris.

Sempre que surge uma notícia de algum tumulto em França ficamos logo de sobreaviso e só descansamos quando conversamos com eles.

É horrível viver neste estado de medo.

Não queria viver num mundo assim. Mas, parece que já vivo.

publicado às 00:07

Acabou.

por Marina Ricardo, em 01.11.15

Demora demais a perceber que acabou. Diz ser bem resolvida, mas nunca resolve os finais. Nunca acaba. Nunca finda. Nela o amor é poço. Fundo, sem fim. De onde bebe e, de onde, inevitavelmente se afoga.

publicado às 23:17


Mais sobre mim

foto do autor


Calendário

Janeiro 2022

D S T Q Q S S
1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031

Fotografias que vou instagramando




Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2019
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2018
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2017
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2016
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2015
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2014
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2013
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2012
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2011
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.