Terça-feira, 09.10.12

Errata #2

Sempre aqui, neste espaço, tentei ser o mais intimista possível.

Expôs-me mais aqui, para vocês, mais do que para a maior parte dos que se cruzam comigo.

Aqui aprendi a valorizar os sentimentos, da mesma forma que os meus foram valorizados. A valorizar as pessoas, a entende-las, por escrito.

Nunca houve nada de material nas nossas relações, e isso sempre me agradou – poucas são os laços que assim se sustentam, sem dinheiro, sem a pressão e o medo dos objetos.

E é assim que quero que as coisas continuem – despojadas de tudo o que é monetário, abundantes no que não o é.

Vocês já me dão muito – mais do que poderia pedir, ou sequer sonhar. Por isso, para me sentir bem na minha própria pele, não quero que me deem nada – sei que a vossa intensão era a melhor (E podem crer que me senti MUITO feliz e lisonjeada por isso!), mas quero-vos a vocês, não as vossas coisas: e podem crer que este é, sem duvida, um pedido, um desejo, muito mais complexo e difícil que o primeiro.

OBRIGADA e não fiquem chateados (chateadas!) comigo!

Para o Natal voltamos a falar disto, ok? Pode ser que o espírito da época me faça mudar de ideias! Mas, por agora, por favor, respeitem  minha vontade.

 

Sempre vossa,

Marina 

 

PS- Sempre podem fazer um Power Point. Gosto muito de Power Points cheios de cor e imagens!

publicado por Marina Ricardo às 13:17 | link do post | comentar | ver comentários (18) | Adicionar aos Favoritos
Sábado, 22.09.12

Obrigada.

Tenho estado – como todos os que me acompanham sabem, numa fase “menos boa” da minha vida.

Curso terminado, esperança ao máximo. Desemprego, esperança em níveis instável.

São muitos os dias, em que me apetece desistir e partir. Deixar tudo, ser outra, ser ninguém.

Dias, mas dias nem sempre são dias… e, há sempre algo que me prende por aqui, sempre algo que me faz pensar que tudo se vai resolver. Que tudo vai ficar bem, mesmo que hoje não saiba a definição de bem.

As saídas são poucas e esta fase têm-se ensinado a navegar – às curvas, num mar revolto. Mas, sei, que de uma maneira ou de outra (provavelmente de outra!) vou conseguir fazer o que gosto! Vou fazer por isso, reinventar-me, escrever-me e reescrever-me até o conseguir.

Mas, mesmo que um dia seja a melhor jornalista que este mundo tem memória (não serei!) e o prémio Nobel da literatura me venha parar às mãos (não, também não…!), nunca o poderia ter sido sem vocês, vocês que me leem, vocês que me sabem, vocês que não me conhecem, vocês que tanto se preocupam, que tanto apoiam.

Vocês, desse lado do ecrã, têm servido de catalisador de energia. Dão-me animo e apoio em doses industriais. Aquecem-me quando me gelo, alimentam-me quando desnutro. São-me alento diário para a alma.

Dizem-me que mereço coisas boas, coisas maravilhas, e fazem “as tais” figas por mim.

São muito mais do que algum dia vos poderei agradecer. São tanto, tanto, tanto!....

Obrigada! Obrigada a todos pelas palavras que me fazem os dias, as semanas, a vida.

Obrigada por me aturarem, a mim, a Marina nem sempre feliz e cheia de piadas, a mim a Marina depressiva e desemprega. A mim, a vossa Marina do costume. Obrigado por me manterem na linha. Obrigada por terem entrado na minha vida e por nela ficarem.


publicado por Marina Ricardo às 23:37 | link do post | comentar | ver comentários (1) | Adicionar aos Favoritos
Quinta-feira, 29.12.11

Errata

Sobre os posts ali em baixo:

 

Antes de qualquer explicação da minha parte tenho de agradecer a todos os que, por estes dias, se preocuparam comigo e com o meu “lado lunar”.

Não estou desanimada com a vida, não tenciono pôr-lhe termo, ou ando a chorar pelos cantos e armada em rainha do fingimento, estou cansada e a procura de estágio e todos os procedimentos logísticos (e profissionais) que isto implica, acreditem são extenuantes.

Não sou pessoa de desistir nem de me resignar, mas, aqui no blog, não preciso de ser forte e sorridente, posso fazer o meu teatrinho, o meu drama, a minha birra. E é isso que tenho feito, em jeito de artista torturado – jornalista torturada, tenho expressado nas entrelinhas do que escrevo o quão difícil tem sido esta descoberta do mundo da comunicação social.

Obrigada a todos os que manifestaram o seu apoio – estou a precisar de todas as vossas palavras fofinha e daqueles abraços apertadinhos…

Mas, tal como todas as fases da vida, esta também vai passar!

 

Obrigado a Todos!

Beijinhos

 

publicado por Marina Ricardo às 22:47 | link do post | comentar | ver comentários (2) | Adicionar aos Favoritos

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