Quinta-feira, 28.11.19

fogueira

Queimam-me no peito os sonhos mornos

publicado por Marina Ricardo às 00:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Sexta-feira, 22.11.19

Nevão

Tenho tido muito frio. Acho que não é do tempo. É da alma.

publicado por Marina Ricardo às 23:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Segunda-feira, 18.11.19

Sem vírgulas

Saíste pela porta dos fundos sem ter tempo de te chamar amor.

publicado por Marina Ricardo às 23:27 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sábado, 16.11.19

não me digas

Não me digas para viver, quando me fazes morrer tantas vezes.

publicado por Marina Ricardo às 00:11 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sexta-feira, 15.11.19

Raiz

Cortei o mal pela raiz antes que a raiz se apropriasse dos terrenos baldios de mim.

publicado por Marina Ricardo às 22:17 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Sábado, 02.11.19

Sentirmos

Não sei estar comigo. Sei falar-me. Sei ouvir-me. Mas, raramente me sento comigo. Entretenho-me com facilidade. Somos boas a criar. A fazer nascer. Eu, comigo.
Somos piores a sentir em conjunto. Em nos sentimos.

publicado por Marina Ricardo às 22:59 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Domingo, 27.10.19

isso

A facilidade com que prendes o cabelo num apanhado perfeito no topo da cabeça. A facilidade com que pões pontos finais nas frases que ainda ninguém pensou terminar.
Sempre apreciei isso nas pessoas - a coragem.

publicado por Marina Ricardo às 22:39 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Quinta-feira, 24.10.19

alma-me


Não me ames - isso parece tão fácil e aborrecido,- alma-me.

publicado por Marina Ricardo às 23:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Quarta-feira, 23.10.19

Desencontro

Encontrar-te antes de me encontrar não permitiu que nos encontrassemos.

publicado por Marina Ricardo às 22:17 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Terça-feira, 22.10.19

Rédeas

Amarra-te a quem puderes. Viver é isso mesmo. Laços e nós cegos , laçadas largas e estreitas. Fios de pesca e malhas grossas. Linhas e teias .
Mas, a alma não a amarres a ninguém. Deixa-a solta. Mostra-a sempre, mas não a trespasses com fios e cordas.
A alma nasceu para viver sem rédeas: selvagem.

publicado por Marina Ricardo às 00:48 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)

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