Terça-feira, 23.10.18

Insónia

Abro os olhos. Viajo nos pneus velozes dos carros que serpenteiam as ruas em redor das paredes do meu quarto.
Pergunto-me onde vamos quanto o meu son(h)o desaparece com o barulho dos motores que se afastam e se calam.

publicado por Marina Ricardo às 01:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Segunda-feira, 08.10.18

Calada

Tenho-me escondido atrás do que não quero dizer.
Então não tenho dito nada.

publicado por Marina Ricardo às 22:00 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Quarta-feira, 03.10.18

nada. tudo.

Sinto vazio. 

publicado por Marina Ricardo às 15:05 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (2)
Quarta-feira, 05.09.18

Sem

Costumava ter cadernos. De escrita. Para anotar pensamentos tolos, testamentos de vida e morte. História. Estórias de gente que eu criei, de gentes que me criaram.
Agora não tenho nada. Tenho páginas sem escrever.

publicado por Marina Ricardo às 20:47 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Segunda-feira, 27.08.18

me morro, me nasço

Em meu regaço me morro. Defenho de mim, de mim me nasço.

publicado por Marina Ricardo às 02:11 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Segunda-feira, 13.08.18

confusão

Quanto menos escrevo, menos me mato. Mais me deixo morrer.

publicado por Marina Ricardo às 00:07 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Terça-feira, 31.07.18

viva

Escrever é viver duas vidas. 

publicado por Marina Ricardo às 19:17 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Domingo, 17.06.18

Abc

Calo-me das letras, mas não consinto. Nunca consentiria uma ou qualquer equação onde me sequem abecedários por escrever.

publicado por Marina Ricardo às 22:57 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)
Sexta-feira, 18.05.18

ausência

Escrevo aqui todos os dias, mas, não escrevo palavra alguma.

Sinto-me um mar de palavras. Revolto e sem barcos. Que corre para rios nenhuns e que em nada desagua.

Quero voltar a porto seguro. Mas, perco-me em ondas - ondas sem fim.

publicado por Marina Ricardo às 19:30 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos
Segunda-feira, 14.05.18

rascunhos de 2015

Todos os dias raspa as palmas das mãos na vida. Não por esta a fazer cair, mas porque se dá a ela. Sem limites, sem restrições.

Ela quer tanto. Sem travões. Sem paragens. Tudo. Agora.

Sem dores. Com dores. Raios, tanto faz.

 

 

publicado por Marina Ricardo às 20:43 | link do post | comentar | Adicionar aos Favoritos (1)

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