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Ora

por Marina Ricardo, em 15.04.21

Ando há deriva num mar de letras. Vivo amedrontada: ora de me afogar, ora de as engolir.
Ora de as ler. Ora de me ler nelas.

publicado às 01:24

nó cego

por Marina Ricardo, em 29.03.21

Ah amor como poderíamos ter sido o que nunca nos deixamos ser.
Como podiamos ter feito desta ponta solta, nó cego.

publicado às 00:10

Não faças perguntas

por Marina Ricardo, em 02.03.21

Não me faças perguntas.
Não sei responder.
Tenho tanta carta por escrever para te pôr em dia. Para te pôr a par das vidas que tenho deixado por viver.
Anda. Não me faças perguntas. Abraça-me o corpo frio e a alma morna. Faz casa no meu regaço. Podemos escrever a história juntos.

publicado às 15:05

Compasso de espera

por Marina Ricardo, em 12.02.21

Aninhei-me no sofá à minha espera.

publicado às 22:18

Soleira da porta

por Marina Ricardo, em 13.01.21

Já te amei horas suficientes para saber que eras o amor da minha vida. Se a tivesse escolhido viver pelos teus olhos cor de mel.
O certo, para a pessoa mais errada.
Já me amo há vidas suficientes para saber que nunca íamos sair da soleira da porta de entrada de um futuro que não era o meu.

publicado às 01:02

Via láctea

por Marina Ricardo, em 19.12.20

Não me posso esconder quando o universo está tão cheio de letras por conjugar.

publicado às 23:57

Fecho os olhos devagar.

por Marina Ricardo, em 19.12.20

Como lidas com a vida se não a escreves?

publicado às 20:28

Perguntou ele #17

por Marina Ricardo, em 01.12.20

- O que sentes? - perguntou ele.

Tudo. Às vezes nada. Mas, por norma tudo. Muito depressa. Também me sinto muito acordada. E muito cansada. Gostava de dormir. Tu também? Mas, nunca fui muito boa a parar.
Sinto-me pronta para outra. Sabes? Afinal, qual é a graça de parar?

Encolhi os ombros, e sorri.
- Sinto que é hora de me pagares um café

publicado às 20:52

Trambolhões

por Marina Ricardo, em 23.11.20

Os dias passam, tropeço neles e continuo a correr. Aos trambolhões, de má cara, peito aberto, braços estendidos.
Fujo das letras, com tanta pressa como com a que fujo do que sinto.
E avanço. Nunca sei onde vou. Nunca paro pelo caminho.

publicado às 00:10

Despida

por Marina Ricardo, em 08.11.20

Porque a nu, olho e corpo, a única coisa que visto é cansaço.

publicado às 21:41


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